
Hoje em aula nos foi apresentado o papel digital, o possível substituto do jornal impresso. Assistimos também a um breve documentário que mostrou o funcionamento do setor gráfico de um grande jornal inglês. Ao mesmo tempo que todo esse sistema com imprensas gigantescas e robôs que carregam rolos de papel de uma tonelada parece saído de um filme de ficção científica o futuro aponta para o fim de todo esse mecanismo. Nos dias de hoje não podemos nos dar ao luxo de desperdiçar papel desta forma.
O jornal papel é um meio estático e se desatualiza cada vez mais rapidamente, já o papel digital pode receber informações vinte e quatro horas por dia. Uma nessecidade dos tempos atuais. A publicidade, por sua vez, poderá ser enviada de forma personalizada, ou seja, cada leitor irá receber informações sobre os produtos de que mais gosta.
O grande porém, que dificulta a inserção direta do papel digital na sociedade, é certamente o costume e apego pelo jornal papel. Claro que também temos que esperar os preços do papel digital - que atualmente custa cerca de trezentos dólares - baixar, isso é fundamental para popularização do produto.
Não há maneira de precisar uma data anunciando a morte do jornal impresso; esse processo, provavelmente, será gradual e natural. Talvez a nota de óbito nos seja mandada através do jornal digital.
Marcelo Coelho
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